quinta-feira, 24 de abril de 2014

Castelo Canena volta ao básico com o lançamento do primeiro mundo biodinâmica EVOO premium

Falar Canena Castelo Olive é falar de inovação, criatividade e trabalho duro. A família tem gerações anos dedicados a azeitonas e azeite de oliva, um link especial que referências escritas são preservados desde 1780, embora nos últimos anos têm dado um impulso à sua empresa de modernização que lhes permitiu registrar um crescimento espetacular em gourmet mercado produtos.
Pode ser esta vasta história que tem a companhia da família, que os empurra de volta para as origens do produto, a terra. Ciente de que, antes de tudo, são os olivicultores aprenderam a centrar a sua atenção e cuidado neste árvore antiga e seu fruto como a única maneira de obter um suco de qualidade consistente.
Na verdade, o primeiro diferencial Canena Castle é que eles fizeram uma conversão para olival orgânico da Produção Integrada em uma área de altitude moderada, solo rico, perfeitamente acessível e arável e atuando em uma plantação irrigada. Esta transformação foi feita de forma voluntária, de pensativo e consciente, em um projeto de longo curso abrangente e ambicioso que visa obter novos óleos de alto valor que atendam aos requisitos de seus clientes mais exigentes, e um componente de P & D + i elevado.
Portanto, a obtenção do certificado de exploração na agricultura biológica em outubro de 2011, foi apenas o primeiro passo para acessar o certificado Demeter, concedido pela Associação Espanhola de Agricultura Ecológica, assegurou-lhes que a produção do primeiro azeite biodinâmico alta fim do mundo.
 
Proteger o ecossistema
Após a obtenção do certificado Demeter, Canena Castelo passou por um período de adaptação de três anos, durante o qual eles foram vitoriosas dezenas de auditorias concluir com sucesso o processo no ano passado. Sem mencionar o treinamento necessário trabalho, educação e conscientização de que eles tinham que levantar a equipe da empresa para alcançar com êxito os objetivos da criação do primeiro mundial de petróleo biodinâmica.
O conceito de "biodinâmica" se refere a uma cultura que busca integrar e completa harmonia com o ecossistema que existe em torno dele e do próprio cosmos. A mão do homem deve alterar habitat tão pouco quanto possível, enriquecer e melhorar. A "fazenda biodinâmica" deve ser auto-suficiente, criando um círculo virtuoso em que todos os produtos e resíduos da agricultura para tornar-se incorporada ao solo, tornando-se, por sua vez gerando vida. Muito poucos elementos externos que podem ser incorporados na agricultura.
Como em outras formas de agricultura orgânica, fertilizantes artificiais e agrotóxicos e herbicidas são estritamente proibidos. A agricultura biodinâmica é diferente de outros tipos de agricultura biológica no uso de preparações à base de plantas e minerais, tais como aditivos de compostagem e sprays de campo e da utilização de um cronograma de plantio focado no movimento das estrelas.
Com base na coexistência de floresta natural bosque florestal, a empresa tem várias espécies nativas replantadas lugares que enriquecem o solo e biodiversidade. Também produzir seu próprio adubo, e seus preparados biodinâmicos que ajudam a fertilizar a terra e um desenvolvimento natural da oliveira. Este, de acordo com o calendário biodinâmico, poda, irrigação, aplicação de adubo e coleta de frutas.
Animais são fundamentais neste ciclo, especialmente ovinos, cujo esterco é utilizado para a produção de adubo e cobertura do solo. Simultaneamente, a presença de abelhas, colocando os painéis exaustivamente demonstra que não usando qualquer tipo de inseticida. Eles também têm os seus próprios lacewings agrícolas, inseto predador que desempenha com grande sucesso praga endêmica de oliveiras.
 
Castelo Canena Picual Biodinâmico
O resultado deste processo meticuloso é Biodinâmico Picual Canena Castelo , clorofila suco verde com um alto conteúdo de polifenóis e uma alta porcentagem de antioxidantes.
Ervas e vegetais de plantas notas dominar este óleo fresco, vivo e expressivo. Persistente na boca, folha de oliveira, alface e alcachofra em primeiro plano, para dar lugar a frutas frescas, tomate e um toque doce para banana verde e maçã madura. Nele, amargo e picante, com adstringência reminiscência de cardo alcachofra e cáqui estão bem integrados.
 
Parceria com o IFAPA
Devido à falta de conhecimento sobre agricultura biodinâmica, o Instituto Andaluz de Pesquisa Agropecuária e Treinamento, Pesca Alimentos e Produção Orgânica (IFAP) tem mostrado grande interesse em estudar cientificamente e analisar os resultados deste tipo de práticas agrícolas . Por isso, este órgão do governo assinou uma parceria de três anos com duração Castelo Canena durante o qual a cobertura Instituto formação técnica e científica e vai dar uma pista muito perto de como evoluir árvores e óleos obtidos a partir deles .
 
Um ato de generosidade
Também Canena Castelo está a desenvolver iniciativas de colaboração com base em projetos agrícolas e de abastecimento de água com a equipe da missão Comunidade Missionária de São Paulo Apóstolo, a Fundação Selles Xavi Cabot e os agricultores locais em Lake Turkana (Kenya) no projeto "Terra à Terra."
Através desta nova parceria, Castelo Canena e Comunidade Missionária de São Paulo vai doar 50% do valor de 1 euro para cada pacote vendido para Castelo Canena Picual Biodinâmico para uma das áreas mais pobres do planeta, Lago Turkana, com promover a construção de reservatórios de água e para o desenvolvimento da agricultura sustentável para que possam melhorar sua qualidade de vida. Este "tentar retornar para a terra menos favorecidos algo que nos dá a terra mais rica", assegurou Mercacei Vano Rosa, Diretor Comercial e de Marketing da Juice Castelo Canena Olive.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Globo Rural mostra cultivo da oliveira e produção de azeite no Brasil

Sul de Minas desenvolve técnicas de adaptação da oliveira ao Brasil.
Programa mostra o transporte, via ferrovia, da safra de milho e soja.
O Globo Rural deste domingo (13) mostra como é o cultivo da oliveira na Espanha, maior produtora mundial de azeitona, e em fazendas de São Paulo e Minas Gerais.
Em Maria da Fé, cidade do sul de Minas, já existe uma indústria de azeite e um centro da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPMIG), que desenvolve técnicas para a adaptação da oliveira ao Brasil. O repórter Ivaci Matias acompanha uma prova de azeites brasileiros em Piracicaba (SP).
E ainda, o repórter Luiz Patroni traz uma reportagem sobre o transporte, via ferrovia, da safra de grãos (milho e soja), em Mato Grosso. O trem já é usado para transportar 75% da produção exportada pelo porto de Santos, mas há algumas limitações. Os terminais ferroviários estão no Sul do estado e, para chegar até lá, os grãos ainda fazem longas viagens de caminhão. Além disso, existem reclamações em relação ao preço do frete.

O ‘Globo Rural’ vai ao ar aos domingos, logo após ‘Pequenas Empresas & Grandes Negócios’, e de segunda a sexta, após o ‘Telecurso’.O Globo Rural vai ao ar aos domingos, logo após o programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios, e de segunda a sexta-feira, após o Telecurso. Consulte a programação atualizada.

Maior produtor de azeite do mundo, Espanha investe nas oliveiras

Brasil é um dos maiores compradores do azeite espanhol.
Produtos são de alta qualidade e têm selo de denominação de origem.
O nome científico Ólea européa faz referência ao óleo extraído de seus frutos e também ao continente onde a oliveira é mais cultivada. A Espanha é o maior produtor mundial do azeite e uma das principais cidades é Monterrubio de la Serena, que fica no sudoeste da Espanhae é cercada por plantações. Fica na comunidade autônoma de Estremadura, que faz fronteira com Portugal.
Os campos de solos pedregosos sustentam oliveiras centenárias, que produzem uma média de 50 quilos de azeitonas por planta.
Duas variedades são dominantes: a picual e a hojiblanca e cada uma produz um tipo de azeite. A produção se assemelha à do vinho, onde cada variedade de uva dá uma bebida com sabor diferente.
Nessa região, as videiras dividem espaço com as oliveiras porque o calor do verão e o frio rigoroso do inverno favorecem o desenvolvimento. Entretanto, o técnico agrícola Antônio Fernandez explica que, na prática, as duas culturas caminham separadas.
Quem produz azeitonas se dedica exclusivamente a essa cultura, como é o caso do senhor Julian Torres, que fica entusiasmado ao falar de suas plantas. Ele cultiva oito hectares, que recebeu de herança dos pais e que, por sua vez, herdaram as terras dos avós.
Julian mostra uma árvore com carga excepcional, que chega a produzir 150 quilos. Os galhos são tão carregados que precisam de estacas de sustentação.
O que mais pesa no custo de produção da oliveira é a irrigação, feita no verão, e a mão de obra com a colheita.
Julian colhe manualmente, no sistema antigo. Ele forra bem o chão da árvore com uma manta e bate na árvore com uma vara, mas reclama que no pico da safra precisa contratar gente para ajudar e a mão de obra é bastante cara.
O vizinho, Rafael Partido, tem 33 hectares. A máquina que ele comprou é acoplada ao trator e tem uma espécie de mão mecânica que segura o tronco da oliveira. Depois surge uma lona, que envolve toda a copa da planta, que então balança com a vibração provocada pela máquina e derruba as azeitonas. Homens fazem um repasse com a vara.
Rafael explica que a máquina faz o serviço de vários homens. “Economiza mão de obra e, além disso, quando termina a colheita, eu posso alugar a colheitadeira para os vizinhos e conseguir uma renda extra”, diz.
Duas cooperativas de produtores de Monterrubio se encarregam de receber as azeitonas e produzir o azeite. Primeiro, os frutos passam por uma limpeza que separa galhos e folhas. Depois, as azeitonas são lavadas e trituradas com caroço e tudo até virar uma massa.
Já dentro de uma centrífuga, acontece a separação da água e do azeite. A cooperativa vende o produto a granel e também envaza o azeite com sua marca própria.
O presidente da cooperativa, Juan Medina, diz que além de processar as azeitonas, a cooperativa fornece aos sócios todos os insumos com preços muito melhores que os do mercado. “Nós produzimos azeites de alta qualidade que recebem selo de denominação de origem. Exportamos para o Japão, Europa, Estados Unidos e para o Brasil, que, aliás, é um dos maiores compradores do azeite espanhol”.
De fato, o Brasil é o quinto maior consumidor de azeitonas e azeite de oliva do mundo. Nós gastamos mais de R$ 250 milhões anuais nas importações desse produto.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Produtores da Mantiqueira criam marca coletiva de azeite para elevar vendas

Produtores de azeite da serra da Mantiqueira decidiram criar uma marca coletiva para brigar por espaço num mercado dominado por artigos importados e com pouca tradição no Brasil.
Os 43 agricultores de municípios de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo se uniram em uma associação, a Assoolive (Associação dos Olivicultores dos Contrafortes da Mantiqueira). Nas próximas semanas, eles devem pedir ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) o registro da marca Azeite dos Contrafortes da Mantiqueira.
"Queremos dar mais visibilidade ao azeite brasileiro e ampliar o mercado aqui e lá fora. Com isso, vamos organizar a produção local e buscar o lucro coletivo", afirma Marcelo Alves, da Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), que coordena as atividades do grupo.
Produção artesanal encarece produto; ideia é tornar preço competitivo
Os agricultores reunidos na Assoolive estão espalhados por 50 municípios mineiros, fluminenses e paulistas na área da Mantiqueira, e, neste ano, somam 800 hectares de plantio, 70 toneladas de azeitonas e dez mil litros de azeite.
Alves afirma que, atualmente, os produtores levam as azeitonas para serem processadas na sede da associação, onde há uma máquina para extração. De lá sai o azeite já envasado. O produtor deixa 15% do azeite produzido com a associação, para bancar custos, e fica com o restante.
Atualmente, uma garrafa de 250 ml de azeite importado vendido em supermercados custa em torno de R$ 10. Azeites produzidos na Mantiqueira custam, pela mesma quantidade, de R$ 25 a R$ 40.
"O processo de produção artesanal encarece o azeite. Com o acesso aos mercados e a ampliação do volume fabricado, poderemos competir no preço também", afirma Alves.

Marca coletiva é o primeiro passo para indicação geográfica

A marca coletiva deve reforçar a origem do produto, segundo Alves, mas sem impedir que cada agricultor tenha seu próprio rótulo. Dos 43 membros, oito já mantêm marcas próprias.
"O que acontecerá é que, sendo registrada a marca, haverá um sinal distintivo que indicará que aquele azeite é proveniente da região dos Contrafortes [vales laterais] da Mantiqueira, e que o produtor é membro associado", diz Alves.
"No futuro, já com a marca coletiva, queremos oferecer vários azeites de todas as marcas dos associados para serem vendidos em supermercados e restaurantes", diz o pesquisador da Epamig.
Tendo a marca coletiva, o grupo de associados quer conseguir a indicação geográfica, selo que determina que um produto foi feito em determinada região sob regulamentos que garantem sua qualidade, afirma o presidente da Assoolive, Nilton Caetano de Oliveira.
"Os agricultores terão que tratar as etapas de produção com maior cuidado, promovendo a imagem da região", diz Marcelo Alves.
Associação espera produzir 2 milhões de litros por ano no futuro
"Disputamos mercado com produtos importados e de péssima qualidade. Nosso azeite tem um apelo adicional por ser brasileiro, mas a produção vem sendo feita há pouco tempo, desde 2008", afirma.
De acordo com a Epamig, a produção da Mantiqueira ainda é restrita por haver muitas oliveiras novas. As árvores só começam a produzir ao atingir de quatro a seis anos.
"As áreas de plantio têm crescido em torno de 20% ao ano na região, o que nos faz prever que, no futuro, quando todos os olivais estiverem produzindo, poderemos ter uma safra de mais de 2 milhões de litros por ano", diz.

quarta-feira, 19 de março de 2014

EPAMIG estimula produtores de azeite a registrar marca coletiva

(Maria da Fé 14.03.2014) – Olivicultores de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro darão início ao pedido de registro da marca coletiva “Azeite dos Contrafortes da Mantiqueira”. O nome destaca a região que reúne os três estados. A marca coletiva é uma estratégia para obter o registro de Indicação Geográfica, uma espécie de certificado de que o produto tem origem em determinado local, encaminhado em 2012 ao Governo Federal e que agrega valor ao produto de origem reconhecida.
No caso do azeite de oliva, o registro de origem será o primeiro no Brasil e na América Latina. "Vamos garantir e ampliar o acesso a mercados internos e externos, além de viabilizar a organização da produção e a busca do lucro coletivo", afirma Marcelo Alves, coordenador do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG).
A Associação de Olivicultores dos Contrafortes da Mantiqueira (Assoolive) destaca que a marca coletiva reforça a origem do produto, sem impedir que cada produtor tenha sua própria marca. “Somos 43 associados, em 50 municípios e a expectativa é processarmos 12 mil litros de azeite até o final dessa colheita que vai até abril”, diz Nilton Caetano, presidente da Assoolive.
Nos últimos dois dias, 13 e 14 de março, 150 participantes estiveram reunidos no 1º Encontro Tecnológico da Olivicultura dos Contrafortes da Mantiqueira, promovido pela EPAMIG, na Fazenda Experimental de Maria da Fé - referência em pesquisas de produção de azeitona e extração de azeite extravirgem no Brasil.
Os pesquisadores da EPAMIG mostraram aspectos técnicos sobre o ponto de maturação adequado da azeitona para processamento do azeite e preparo de conservas, extração de azeite de qualidade, olivicultura em Minas Gerais e a perspectiva desse mercado no Brasil. Já os técnicos do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) informaram sobre o processo de registro de marcas coletivas de azeite e do registro de denominação de origem, o qual certifica que o azeite foi produzido em determinado local. De acordo com Nilton Caetano, já existem três marcas individuais de azeites registradas produzidas na região dos Contrafortes da Mantiqueira, “a intenção dos produtores é unir esforços e registrar a marca coletiva para ampliar mercado”.  
Para o empresário Luis Pazos que se enveredou nessa atividade há um ano, as expectativas são boas. “Iniciamos com o plantio de 200 mudas no início de 2013 e a partir da avaliação positiva da adaptação dessas plantas, introduzimos mais 2.000 mudas de oliveiras em propriedade familiar no município de Pouso Alto (MG). Luis conta que sua família é apreciadora de azeite, devido à descendência espanhola. “Nos próximos quatro anos vamos iniciar a extração com o objetivo de levar para o mercado um azeite fresco, de qualidade, com sabor diferenciado dos azeites que importamos”, idealiza. O empresário pretende expandir seu olival daqui três anos e no futuro produzir azeite orgânico.
A preocupação da EPAMIG é expandir o mercado assegurando a qualidade do produto, por isso, o pesquisador Luiz Fernando de Oliveira reforça que para se obter um azeite de ótima qualidade é muito importante o cuidado no transporte da azeitona. “Na caixa, os frutos devem ter, no máximo, 20 cm de lâmina. Alguns produtores amontoam 25 a 27 kg de azeitonas numa caixa só. Tudo isso influenciará na qualidade do azeite”.
Oliveira no Brasil
A EPAMIG é pioneira nas pesquisas em olivicultura, especialmente na seleção de variedades mais adequadas às condições brasileiras, produção de mudas de qualidade e no desenvolvimento de tecnologias para processamento de azeite extravirgem. Há mais de 30 anos essas pesquisas estão concentradas na Fazenda Experimental de Maria da Fé com resultados promissores para o desenvolvimento da cultura no Brasil.
O primeiro azeite extravirgem brasileiro foi extraído em 2008, na Fazenda de Maria da Fé. Em 2009 foi criada a Associação dos Olivicultores dos Contrafortes da Mantiqueira, a Assoolive, que utiliza tecnologia desenvolvida pela EPAMIG para produção de azeite. No mesmo ano a EPAMIG importou uma máquina da Itália específica para extração do azeite. Em 2011 foram produzidos 500 litros. Em 2013 foram extraídos na região da Mantiqueira cerca de 5 mil litros. A expectativa é dobrar a produção de azeite em 2014.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Oliana, nova variedade de super intensivo de oliveiras para as culturas em olivais

Olimerca -. Agromillora A empresa acaba de lançar no mercado o seu novo projeto de variedade de azeitona destina-se a sistemas de cultivo super-intensivo. Esta é a variedade chamada Oliana e é a primeira variedade de azeitona obtido graças a Agromillora Programa Genético.
Esta variedade foi obtida em 1998, de um cruzamento entre Arbequina e Arbosana, sendo selecionados a partir de 290 genótipos obtidos, dos quais 85 foram finalistas servindo caracteres morfológicos de hábito, vigor e período juvenil reduzida.
Depois de 15 anos de estudo, foi provado seu elevado potencial agrícola, ótima adaptação às super-safra, somando-se o catálogo de variedades.
Oliana inicialmente pré-seleccionados por um período curto juvenil, a qual está associada com a produção cedo. Na maioria dos campos de ensaio foi observado que 80% das árvores de produzir o segundo verde e todo o terceiro. A alta produtividade de Oliana é um dos personagens mais notáveis ​​desta variedade. A sua elevada produção anual, considerando-se seu pequeno tamanho e sua produção regular todos os anos, dando-lhe uma alta taxa de produção.
O tamanho dos frutos é pequena, semelhante à sua mãe, o peso é entre 1,3 e 1,9 gramas em função da carga do rolamento do eixo. Tem uma boa polpa / poço com um valor médio de 4,60. Seu óleo é conhecido por ser doce, harmonia nível bem equilibrado e aromático. Ele tem um frutado médio-alto e ligeiramente amargo na mais intensa picante e é muito apropriado para o mercado consumidor.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Bayer apresenta Max Flint, sua nova solução para Repilo oliva e outras doenças

Olimerca -. Cidade de Córdoba foi o cenário para a introdução do novo produto da Bayer CropScience para doenças azeitona, Max Flint.
Este novo amplo espectro fungicida combina dois ingredientes ativos que tornam a única solução sistêmica mesostemic para distribuição crescente de oliva, a melhoria da eficácia e persistência.
O tratamento com Max Flint na primavera reduz os níveis de inóculo de Repilo no outono e também tem uma ação estimulante da vegetação. Além disso, este produto está dentro da Produção Integrada de Olivas e a estratégia de redução de cobre.
De acordo com Javier Perez, gerente de colheita em lavouras Bayer CropScience do Mediterrâneo ", a Bayer tem feito um grande compromisso de continuar a inovar em soluções esta crescente e oferecendo o que realmente ajuda aos produtores de azeite. Flint Com Max tentar dar uma ferramenta essencial nas estratégias resistores anti com um duplo modo de ação, única nesta cultura. "
Uma outra característica deste produto é que o efeito de barreira criada pela acção mesostemic sobre a superfície da folha, resultando numa notável controlo preventivo Repilo. A ação sistêmica de Flint Max rapidamente interrompe o desenvolvimento do fungo, assim que manifestar uma ação curativa adicional e, graças à sua capacidade de se mover através do xilema das folhas para cima, pegue uma proteção para as peças novas em crescimento.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Safra gaúcha de azeitonas

A Tecnolivas, da Barra do Ribeiro, se prepara para colher nos próximos dias sua segunda safra de azeitonas


A Tecnolivas, da Barra do Ribeiro, se prepara para colher nos próximos dias sua segunda safra de azeitonas, que lhe devem render 14 mil litros de azeite de oliva extra virgem Prosperato na fábrica de Caçapava do Sul.
Deste total, 12 mil litros oriundos do pomar próprio de Caçapava e de produtores consorciados e 2 mil litros da sua primeira colheita no pomar de Barra do Ribeiro, inicialmente projetada para ocorrer só em 2015. "Apesar do clima não ter ajudado, colheremos frutas de excelente qualidade", comentou o diretor técnico Osmar Rosa.
Para 2016, sua produção de azeitonas deve acrescentar mais 112 hectares, plantados em São Sepé, totalizando 200 hectares nos três pomares e fazendo da Tecnolivas a empresa com a maior área plantada de oliveiras do Estado, o equivalente a 20% do total gaúcho.


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Valorização do azeite incentiva investimentos no cultivo da azeitona

Movimento é grande nas plantações do sul de Minas Gerais.
Colheita está no pico e, nesta safra, a produção deve dobrar.


O movimento é grande nas plantações de azeitona do sul de Minas Gerais. É que esta é a época de pico da colheita e, nesta safra, a produção deve dobrar.
Do alto da Serra da Mantiqueira, o município de Maria da Fé, registra uma das mais baixas temperaturas do estado, clima favorável para o cultivo das oliveiras.
A colheita da azeitona acontece de janeiro a abril e todo o trabalho é feito manualmente. Em uma lavoura, por exemplo, a média de colheita por planta é de 12 quilos, isto porque a lavoura ainda é nova, tem apenas seis anos.
Incentivados pela valorização do azeite, os produtores têm investido no cultivo. Dados da Associação dos Produtores de Oliveiras estimam que nesta safra, a produção pode chegar a 100 toneladas e 12 mil litros de azeite, contra 55 toneladas de azeitonas e 6,6 mil litros de azeite na safra passada.
O clima seco dos últimos dias está ajudando na colheita, que é anual, acontece apenas uma vez por ano.
Wilson Roberto da Silva, produtor rural, fala sobre o ritmo da colheita e os preços praticados no mercado. Confira a entrevista no vídeo com a reportagem completa no G1.

Produtores de azeitona do sul de MG estão otimistas com a colheita

Previsão é de uma produção bem superior à da safra passada.
Produtores estão satisfeitos com o preço pago pelo azeite.

A colheita é feita entre os meses de janeiro e abril, dependendo da região e do amadurecimento das azeitonas. No sul de Minas Gerais, a colheita é toda manual.
Newton Kraemer Litwinski cultiva oliveiras orgânicas desde 2008. São 4500 plantas em uma área de 10 hectares em Delfim Moreira. Quatro variedades são cultivadas em uma altitude que varia de 1100 a 1400 metros.
Em Maria da Fé, a colheita também já começou. Na fazenda experimental da Epamig, a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, as oliveiras são maiores e é preciso utilizar até uma escada.
De acordo com a Associação dos Produtores de Oliveiras, a região sul de Minas tem hoje cerca de 70 produtores de azeitonas. A região tem sido favorável para a cultura, tanto que a expectativa é triplicar a produção do ano passado. Em 2012, 25 toneladas de azeitonas foram produzidas, já neste ano a previsão é de 80 toneladas.
Cerca de 95% da colheita são usados na produção de azeite, que neste ano deve chegar a 10 mil litros. O produtor tem recebido em média R$ 140 pelo litro do azeite.
Nilton Caetano de Oliveira, presidente da Associação dos Produtores de Oliveira, a Assoolive, fala sobre o mercado e a produção. Confira a entrevista no vídeo com a reportagem completa.