quarta-feira, 19 de março de 2014

EPAMIG estimula produtores de azeite a registrar marca coletiva

(Maria da Fé 14.03.2014) – Olivicultores de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro darão início ao pedido de registro da marca coletiva “Azeite dos Contrafortes da Mantiqueira”. O nome destaca a região que reúne os três estados. A marca coletiva é uma estratégia para obter o registro de Indicação Geográfica, uma espécie de certificado de que o produto tem origem em determinado local, encaminhado em 2012 ao Governo Federal e que agrega valor ao produto de origem reconhecida.
No caso do azeite de oliva, o registro de origem será o primeiro no Brasil e na América Latina. "Vamos garantir e ampliar o acesso a mercados internos e externos, além de viabilizar a organização da produção e a busca do lucro coletivo", afirma Marcelo Alves, coordenador do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG).
A Associação de Olivicultores dos Contrafortes da Mantiqueira (Assoolive) destaca que a marca coletiva reforça a origem do produto, sem impedir que cada produtor tenha sua própria marca. “Somos 43 associados, em 50 municípios e a expectativa é processarmos 12 mil litros de azeite até o final dessa colheita que vai até abril”, diz Nilton Caetano, presidente da Assoolive.
Nos últimos dois dias, 13 e 14 de março, 150 participantes estiveram reunidos no 1º Encontro Tecnológico da Olivicultura dos Contrafortes da Mantiqueira, promovido pela EPAMIG, na Fazenda Experimental de Maria da Fé - referência em pesquisas de produção de azeitona e extração de azeite extravirgem no Brasil.
Os pesquisadores da EPAMIG mostraram aspectos técnicos sobre o ponto de maturação adequado da azeitona para processamento do azeite e preparo de conservas, extração de azeite de qualidade, olivicultura em Minas Gerais e a perspectiva desse mercado no Brasil. Já os técnicos do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) informaram sobre o processo de registro de marcas coletivas de azeite e do registro de denominação de origem, o qual certifica que o azeite foi produzido em determinado local. De acordo com Nilton Caetano, já existem três marcas individuais de azeites registradas produzidas na região dos Contrafortes da Mantiqueira, “a intenção dos produtores é unir esforços e registrar a marca coletiva para ampliar mercado”.  
Para o empresário Luis Pazos que se enveredou nessa atividade há um ano, as expectativas são boas. “Iniciamos com o plantio de 200 mudas no início de 2013 e a partir da avaliação positiva da adaptação dessas plantas, introduzimos mais 2.000 mudas de oliveiras em propriedade familiar no município de Pouso Alto (MG). Luis conta que sua família é apreciadora de azeite, devido à descendência espanhola. “Nos próximos quatro anos vamos iniciar a extração com o objetivo de levar para o mercado um azeite fresco, de qualidade, com sabor diferenciado dos azeites que importamos”, idealiza. O empresário pretende expandir seu olival daqui três anos e no futuro produzir azeite orgânico.
A preocupação da EPAMIG é expandir o mercado assegurando a qualidade do produto, por isso, o pesquisador Luiz Fernando de Oliveira reforça que para se obter um azeite de ótima qualidade é muito importante o cuidado no transporte da azeitona. “Na caixa, os frutos devem ter, no máximo, 20 cm de lâmina. Alguns produtores amontoam 25 a 27 kg de azeitonas numa caixa só. Tudo isso influenciará na qualidade do azeite”.
Oliveira no Brasil
A EPAMIG é pioneira nas pesquisas em olivicultura, especialmente na seleção de variedades mais adequadas às condições brasileiras, produção de mudas de qualidade e no desenvolvimento de tecnologias para processamento de azeite extravirgem. Há mais de 30 anos essas pesquisas estão concentradas na Fazenda Experimental de Maria da Fé com resultados promissores para o desenvolvimento da cultura no Brasil.
O primeiro azeite extravirgem brasileiro foi extraído em 2008, na Fazenda de Maria da Fé. Em 2009 foi criada a Associação dos Olivicultores dos Contrafortes da Mantiqueira, a Assoolive, que utiliza tecnologia desenvolvida pela EPAMIG para produção de azeite. No mesmo ano a EPAMIG importou uma máquina da Itália específica para extração do azeite. Em 2011 foram produzidos 500 litros. Em 2013 foram extraídos na região da Mantiqueira cerca de 5 mil litros. A expectativa é dobrar a produção de azeite em 2014.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Oliana, nova variedade de super intensivo de oliveiras para as culturas em olivais

Olimerca -. Agromillora A empresa acaba de lançar no mercado o seu novo projeto de variedade de azeitona destina-se a sistemas de cultivo super-intensivo. Esta é a variedade chamada Oliana e é a primeira variedade de azeitona obtido graças a Agromillora Programa Genético.
Esta variedade foi obtida em 1998, de um cruzamento entre Arbequina e Arbosana, sendo selecionados a partir de 290 genótipos obtidos, dos quais 85 foram finalistas servindo caracteres morfológicos de hábito, vigor e período juvenil reduzida.
Depois de 15 anos de estudo, foi provado seu elevado potencial agrícola, ótima adaptação às super-safra, somando-se o catálogo de variedades.
Oliana inicialmente pré-seleccionados por um período curto juvenil, a qual está associada com a produção cedo. Na maioria dos campos de ensaio foi observado que 80% das árvores de produzir o segundo verde e todo o terceiro. A alta produtividade de Oliana é um dos personagens mais notáveis ​​desta variedade. A sua elevada produção anual, considerando-se seu pequeno tamanho e sua produção regular todos os anos, dando-lhe uma alta taxa de produção.
O tamanho dos frutos é pequena, semelhante à sua mãe, o peso é entre 1,3 e 1,9 gramas em função da carga do rolamento do eixo. Tem uma boa polpa / poço com um valor médio de 4,60. Seu óleo é conhecido por ser doce, harmonia nível bem equilibrado e aromático. Ele tem um frutado médio-alto e ligeiramente amargo na mais intensa picante e é muito apropriado para o mercado consumidor.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Bayer apresenta Max Flint, sua nova solução para Repilo oliva e outras doenças

Olimerca -. Cidade de Córdoba foi o cenário para a introdução do novo produto da Bayer CropScience para doenças azeitona, Max Flint.
Este novo amplo espectro fungicida combina dois ingredientes ativos que tornam a única solução sistêmica mesostemic para distribuição crescente de oliva, a melhoria da eficácia e persistência.
O tratamento com Max Flint na primavera reduz os níveis de inóculo de Repilo no outono e também tem uma ação estimulante da vegetação. Além disso, este produto está dentro da Produção Integrada de Olivas e a estratégia de redução de cobre.
De acordo com Javier Perez, gerente de colheita em lavouras Bayer CropScience do Mediterrâneo ", a Bayer tem feito um grande compromisso de continuar a inovar em soluções esta crescente e oferecendo o que realmente ajuda aos produtores de azeite. Flint Com Max tentar dar uma ferramenta essencial nas estratégias resistores anti com um duplo modo de ação, única nesta cultura. "
Uma outra característica deste produto é que o efeito de barreira criada pela acção mesostemic sobre a superfície da folha, resultando numa notável controlo preventivo Repilo. A ação sistêmica de Flint Max rapidamente interrompe o desenvolvimento do fungo, assim que manifestar uma ação curativa adicional e, graças à sua capacidade de se mover através do xilema das folhas para cima, pegue uma proteção para as peças novas em crescimento.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Safra gaúcha de azeitonas

A Tecnolivas, da Barra do Ribeiro, se prepara para colher nos próximos dias sua segunda safra de azeitonas


A Tecnolivas, da Barra do Ribeiro, se prepara para colher nos próximos dias sua segunda safra de azeitonas, que lhe devem render 14 mil litros de azeite de oliva extra virgem Prosperato na fábrica de Caçapava do Sul.
Deste total, 12 mil litros oriundos do pomar próprio de Caçapava e de produtores consorciados e 2 mil litros da sua primeira colheita no pomar de Barra do Ribeiro, inicialmente projetada para ocorrer só em 2015. "Apesar do clima não ter ajudado, colheremos frutas de excelente qualidade", comentou o diretor técnico Osmar Rosa.
Para 2016, sua produção de azeitonas deve acrescentar mais 112 hectares, plantados em São Sepé, totalizando 200 hectares nos três pomares e fazendo da Tecnolivas a empresa com a maior área plantada de oliveiras do Estado, o equivalente a 20% do total gaúcho.


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Valorização do azeite incentiva investimentos no cultivo da azeitona

Movimento é grande nas plantações do sul de Minas Gerais.
Colheita está no pico e, nesta safra, a produção deve dobrar.


O movimento é grande nas plantações de azeitona do sul de Minas Gerais. É que esta é a época de pico da colheita e, nesta safra, a produção deve dobrar.
Do alto da Serra da Mantiqueira, o município de Maria da Fé, registra uma das mais baixas temperaturas do estado, clima favorável para o cultivo das oliveiras.
A colheita da azeitona acontece de janeiro a abril e todo o trabalho é feito manualmente. Em uma lavoura, por exemplo, a média de colheita por planta é de 12 quilos, isto porque a lavoura ainda é nova, tem apenas seis anos.
Incentivados pela valorização do azeite, os produtores têm investido no cultivo. Dados da Associação dos Produtores de Oliveiras estimam que nesta safra, a produção pode chegar a 100 toneladas e 12 mil litros de azeite, contra 55 toneladas de azeitonas e 6,6 mil litros de azeite na safra passada.
O clima seco dos últimos dias está ajudando na colheita, que é anual, acontece apenas uma vez por ano.
Wilson Roberto da Silva, produtor rural, fala sobre o ritmo da colheita e os preços praticados no mercado. Confira a entrevista no vídeo com a reportagem completa no G1.

Produtores de azeitona do sul de MG estão otimistas com a colheita

Previsão é de uma produção bem superior à da safra passada.
Produtores estão satisfeitos com o preço pago pelo azeite.

A colheita é feita entre os meses de janeiro e abril, dependendo da região e do amadurecimento das azeitonas. No sul de Minas Gerais, a colheita é toda manual.
Newton Kraemer Litwinski cultiva oliveiras orgânicas desde 2008. São 4500 plantas em uma área de 10 hectares em Delfim Moreira. Quatro variedades são cultivadas em uma altitude que varia de 1100 a 1400 metros.
Em Maria da Fé, a colheita também já começou. Na fazenda experimental da Epamig, a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, as oliveiras são maiores e é preciso utilizar até uma escada.
De acordo com a Associação dos Produtores de Oliveiras, a região sul de Minas tem hoje cerca de 70 produtores de azeitonas. A região tem sido favorável para a cultura, tanto que a expectativa é triplicar a produção do ano passado. Em 2012, 25 toneladas de azeitonas foram produzidas, já neste ano a previsão é de 80 toneladas.
Cerca de 95% da colheita são usados na produção de azeite, que neste ano deve chegar a 10 mil litros. O produtor tem recebido em média R$ 140 pelo litro do azeite.
Nilton Caetano de Oliveira, presidente da Associação dos Produtores de Oliveira, a Assoolive, fala sobre o mercado e a produção. Confira a entrevista no vídeo com a reportagem completa.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Os cinco principais erros históricos sobre a colheita da azeitona

1. Embora mais tarde é a colheita da azeitona, mais desempenho e, portanto, ele vai obter mais petróleo: FALSO.
O azeite gera moléculas (lipogénese) entre julho e novembro na maioria das variedades, depois de uma queda de umidade no fruto que efetivamente aumenta o desempenho em piso molhado, mas não a quantidade de óleo sobre a matéria seca produzida. Ou seja, os quilos de óleo em um determinado pico fazenda em um determinado (e não além do final de novembro) e, em seguida, apenas mudanças na umidade e perda de qualidade do suco são produzidos agora. Dois. A força de retenção da oliveira diminui ao longo do tempo, por isso, se atrasar a colheita será menor o custo da recolha: FALSO. É verdade que a força de retenção diminui com o aumento da maturidade do fruto, mas por essa mesma razão da azeitona cai no chão antes de ser recolhida a ser mais expostos a condições meteorológicas desfavoráveis ​​(geadas, vendavais, etc) que causam a sua própria queda e perda de qualidade inquestionável, para além do aumento do custo de recolha. Assim, não é verdade que, se a apanha da azeitona na maturidade tardia economicamente mais favorável. Três. Separada do solo e da azeitona de vôo é um trabalho adicional, por isso é mais barato pegar fábrica mista: FALSO. O solo da oliveira e, inevitavelmente, recolhidos separadamente e, portanto, são os que misturam a posteriori. Não envolve custos extras manter separado até que ele atinja a usina, é só uma questão de organizar reboques e transportá-lo. Quarto. A qualidade não é pago e ainda não faz sentido considerar este critério para fixar o tempo de coleta: FALSO. cavalo de batalha na luta pela qualidade é o preço final do produto. Foi e está argumentando que muitos agricultores não prestou a qualidade do óleo não vale a pena o esforço para trazer mais saudável e mais cedo para lagares de azeite. Mas isso não é assim. Pioneira municípios em separar solo e em voo, reunindo a máxima de maturação ou de pragas como a mosca e ver seus esforços recompensados ​​em reconhecimento dos seus óleos e o preço final dos mesmos. Consumo preferidos como refino de petróleo e virgem cooperativas ou oferta privada virgem extra e mais presente virgem, mais de sua adega pode oferecer diretamente para o mercado e, assim, ganhar maior margem. Quinto. Colheita da azeitona tarde não tem influência sobre a próxima safra: FALSO. E este único argumento pode justificar economicamente a colheita da azeitona em sua maturidade ideal como é mostrado que a principal causa da alternância de produção é a manutenção do fruto da árvore mais do que o aconselhável. Sim, a indução floral da próxima safra ocorre nos primeiros meses do ano e, portanto, a manutenção da oliveira faz com que os mecanismos de regulação da planta optar por induzir mais gemas vegetativas em flor. Em termos coloquiais, podemos dizer que "se a corrida se estende a produção de azeite, tornando-se mais esgotado a próxima linha de saída." Isso influencia fortemente a próxima colheita diminui sensivelmente para atrasar o formulário de coleta. E por todas essas razões, recomendamos que a colheita da azeitona ao lagar apresentar no veraison ou descoloração da fruta, e, portanto, ao contrário do tradicionalmente se pensava, ser mais rentável e contribuir para o sumo de azeitona qualidade final maior. Esse homem deveria ter compreendido e foi bem sucedido hoje seus óleos são reconhecidos pelos mercados e que é ainda mais convincente, os seus custos não são necessariamente a envelhecer e também diminuir a sua vecería.

ONU ressalta o ecossistema da serra da Mantiqueira

A Serra da Mantiqueira é considerada um dos mais importantes ecossistemas brasileiros e figura na lista das Reservas da Biosfera da ONU (Organização das Nações Unidas). O grande desafio é como preservar as matas remanescentes do processo de ocupação e, ao mesmo tempo, permitir o desenvolvimento dos municípios encravados em suas montanhas.
A Serra da Mantiqueira é considerada um dos mais importantes ecossistemas brasileiros e figura na lista das Reservas da Biosfera da ONU (Organização das Nações Unidas). O grande desafio é como preservar as matas remanescentes do processo de ocupação e, ao mesmo tempo, permitir o desenvolvimento dos municípios encravados em suas montanhas.
Em sua face paulista, a serra apresenta os mais altos picos da cordilheira, com altitudes acima de 1.900 metros, o que faz com que a Mantiqueira seja considerada um dos principais 'points' para o turismo de aventura, para a prática de escaladas e de outros esportes radicais como vôo de asa delta e paraglider.
No entanto, a grande riqueza da região está mesmo na vegetação e nas milhares de nascentes que deram origem ao nome da serra e que alimentam importantes bacias hidrográficas.
A porção da mata atlântica localizada na Mantiqueira, especialmente na região denominada de Planalto de Campos do Jordão, que abriga os municípios de Campos, São Bento do Sapucaí e Santo Antonio do Pinhal, possui imensas florestas naturais, com destaque para as últimas reservas de araucárias, o pinheiro brasileiro, de São Paulo.
As florestas de araucárias guardam em seu interior rica biodiversidade. Segundo os dados apurados pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente para a obra 'Mantiqueira - Castelo das Águas', foram identificadas 352 espécies de plantas, das quais 13% endêmicas, ou seja, típicas da região.
O levantamento aponta que Campos concentra a maior parte de matas contínuas, com destaque para o Parque Estadual onde estão os bosques de araucárias. Em São Bento e Santo Antonio, há áreas de matas contínuas, mas também fragmentada, entrecortada por áreas de pastagens.
O Instituto Florestal identificou que os três municípios possuem 12.716 hectares de matas, 9.852 hectares de capoeiras e 6.597 hectares de reflorestamento, sobretudo de pinus.
SILVESTRE - A diversidade da vida silvestre é outra riqueza das montanhas da Mantiqueira. O livro revela que é possível encontrar animais de pequeno e grande porte no interior das matas.
Destacam-se queixadas, veados-campeiro, lobos guará, esquilos, jaguatiricas e a onça parda, além de ouriços, macacos monocarvoeiros, pacas, e aves como gavião, araponga, inhambus, jaçanãs, tucanos, canários, maritacas, pica-paus e gralhas azuis.
Foram catalogadas 178 espécies de aves, muitas ameaçadas de extinção, como o papagaio-de-peito roxo, uma raridade da serra.
Em suas vertentes, encostas e vales, a Mantiqueira apresenta milhares de nascentes. A sua bacia hidrográfica possui 54 importantes córregos e riachos que serpenteiam as montanhas em direção às bacias do Paraíba do Sul e do Rio Grande, em Minas Gerais, um dos formadores do rio Paraná e da bacia do rio da Prata.
"A preservação dessa riqueza é muito importante para a qualidade de vida da região", afirma o secretário-executivo da Bacia Hidrográfica da Mantiqueira, Nazareno Mostarda Neto.
Para a Secretaria do Meio Ambiente e também para os municípios, a adoção de um plano gestor que fixe regras claras sobre como usar bem o potencial da serra, sem degradar a natureza, é fundamental para a conservação da Mantiqueira paulista.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Plantio de oliveiras ganha atenção no Sudeste e no Sul

O plantio de oliveiras dá os primeiros passos no Sul e no Sudeste e engatinha no Paraná. Mas os especialistas garantem: o clima ameno aliado à terra fértil pode tornar o estado um dos grandes produtores de azeite de oliva, ao lado do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais.
A olivicultura comercial chegou ao Brasil no século 19. Em 2008, a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) começou a engarrafar óleo. Essa foi, segundo o engenheiro agrônomo e pesquisador do órgão Luiz Fernando de Oliveira, a primeira extração genuinamente brasileira.
No Paraná, três unidades de observação já foram implantadas em Salto do Lontra (Sudoeste), Ribeirão Claro (Norte Pioneiro) e Colombo (região de Curitiba), conta o agrônomo e pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Enilton Coutinho. “Os plantios são recentes, com poucas covas, mas os resultados já se mostram promissores”, avalia.
A Embrapa faz um trabalho de zoneamento agroclimático desde 2006, para coordenar quais são as melhores espécies a serem cultivadas nas áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e, agora, no Paraná.
“Olivas gostam de clima frio e solo fértil e isso o Paraná tem de sobra”, afirma Coutinho. “Basta estudar e investir”, confirma Oliveira.
O comerciante Arley José Luize, 59 anos, resolveu investir na olivicultura em 24 hectares localizados em Mandaguaçu, na região de Maringá. Depois de pesquisar, ele trabalhou a terra e há três anos vem assentando mudas. Até agora, são 5 mil oliveiras. Ele relata que falta orientação técnica no estado e que a aposta exige determinação.
O consumo de azeite ganha escala no Brasil. De acordo com dados do Conselho Oleícola Internacional, o país importa cerca de 70 mil toneladas do alimento anualmente. O brasileiro consome duas vezes e meia o volume de cinco anos atrás, de acordo com a Embrapa Clima Temperado. O aumento supera a expansão na demanda mundial, que teria sido de 4% no período.
“Ainda importamos 100% do consumo. Seriam necessários, pelo menos, 50 mil hectares para atender a demanda do nosso país”, calcula o pesquisador Coutinho. O Sul e o Sudeste têm cerca de 1.500 hectares plantados, estima.
A rentabilidade da atividade, de acordo Oliveira, após o quarto ano do plantio, pode chegar a R$ 20 por hectare. O investimento também é considerável – em torno de R$ 4 mil/ha. O cultivo exige conhecimento da adubação ao processamento das azeitonas, que deve ser feito logo após a colheita.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

ArteOliva pioneiro na proteção contra EVOO luz, aplaude as novas regras comunitárias

E recebe da UE a partir de 2014 exige a necessidade de informar os consumidores de forma clara e precisa sobre a forma de conservar o óleo

Olimerca -. ArteOliva cordobesa A empresa recebe os técnicos da Comissão Europeia estabeleceram regras mais rigorosas, que entrarão em vigor em Dezembro de 2014, em relação à rotulagem de embalagens de azeite de oliva. Assim destaques ArteOliva entre as novas diretrizes que devem ser os consumidores informando clara e precisa sobre a forma de conservar o petróleo, indicando que o pacote deve ser mantido longe da luz e calor, para manter a qualidade do produto.
Por muitos anos, os produtores sabem que os piores inimigos para manter azeite são luz, ar e calor. Surpreendente que o consumidor não tem consciência de que uma embalagem cientificamente inadequada, errada ou armazenamento inadequado manipulação prejudicial, rapidez e severidade, a qualidade do azeite e, conseqüentemente, seus valores organolépticas (aroma, sabor, cor ...) , nutrição e saúde.
A necessidade de proteger o óleo da luz, do ar e do calor, é mais premente no caso do azeite de oliva extra virgem, que é o que, realmente, fornece valores nutricionais e de saúde na dieta humana. Então ArteOliva, distanciou-se da prática dominante no setor de produção, e desafiou a inércia de um mercado maduro e introduzido em 1999 como uma inovação absoluta global, azeite extra-virgem de alta qualidade embalado em embalagem tetra -brik, 100% opaca e vácuo.
Posteriormente, em 2003, ArteOliva introduz uma série de melhorias para o recipiente de tetra-prisma usando uma atmosfera inerte que exclui oxigênio e tem uma tampa de gotejamento, que aumenta o seu conforto.
Portanto, a partir ArteOliva argumentam que a maioria dos empacotadores devem tomar nota e antecipar os consumidores oferecendo seus produtos em embalagens que realmente protege o óleo da luz e do ar, deixando a responsabilidade de proteger os consumidores da medida do possível, o calor.