segunda-feira, 13 de maio de 2013

Benefícios do azeite para a saúde aumentam espaço do produto no mercado brasileiro

Azeite
fonte: http://agricultura.ruralbr.com.br/
O cultivo de oliveiras e a elaboração de azeites de qualidade ganham cada vez mais espaço no mercado brasileiro. Um dos motivos dessa expansão são os benefícios que o produto traz para saúde. O óleo extraído a frio das azeitonas pode atuar na prevenção de doenças no cérebro e coração.
Se, no campo, o cultivo de oliveiras e a elaboração de azeites ganham espaço, como uma nova e promissora atividade agroindustrial, entre os profissionais da saúde o óleo extraído a frio das azeitonas é considerado um alimento importante na prevenção de doenças cardiovasculares e degenerativas do cérebro.
No Instituto de Cardiologia de Porto Alegre (RS), hospital referência no tratamento de doenças cardiovasculares no Sul do país, o médico cardiologista Domingos Vitola confirma que o azeite de oliva possui propriedades benéficas não apenas para o coração, mas também na prevenção de doenças degenerativas do cérebro.
– O coração e o cérebro estão unidos, as duas coisas andam juntas – diz.
O médico faz uma única ressalva, porém.
– O azeite tem calorias e não deve ser consumido em excesso. No máximo, uma colher por dia.
A medicina sabe que o azeite faz bem à saúde, mas que é preciso ter cuidados na sua utilização na cozinha.
Para preservar as qualidades benéficas do óleo de oliva, o diretor técnico da Tecnoplanta, Osmar Pereira da Rosa, garante que eles só produzem azeite extra-virgem.
– Só fazemos extra-virgem. O resíduo não é refinado, poderá ir para alimentação do gado ou virar adubo.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Uruguaio Olive consumo de petróleo para dobrar aposta


http://www.elobservador.com.uy/upload/fotos/468x295/2013/04/24/olivos_270475.jpg
Cosméticos à base de azeite salteños Olivares
Cultivo comercial de oliveiras no Uruguai começou há 70 anos, mas fez apenas 10 setor é marcado por um importante desenvolvimento. O número de empresas que se dedicam à produção de azeite no Uruguai tem sido crescente. Enquanto em 2011 o Olivicola Associação Uruguaia (Asolur) tinha 80 sócios e 8.500 hectares plantados hoje são nucleadas cem parceiros na parceria, que são responsáveis ​​para explorar 9.000 hectares. Da produção total, 95% vai para a produção de azeite, enquanto os restantes 5% das azeitonas de mesa. Embora o azeite virgem extra uruguaio é visto muito favoravelmente internacionalmente, nas prateleiras dos supermercados competição contra marcas importadas é feroz. A partir da quantidade de uruguaios azeite consomem apenas 10% são marcas nacionais, enquanto os outros 90% são importados. Isso se deve a duas razões: os preços do petróleo importados são mais baixos, como resultado do dólar ea falta de conhecimento do público uruguaio sobre a qualidade dos produtos no mercado. Marigliani Darwin, diretor de De la Sierra, a segunda maior produtora de azeite de oliva extra virgem no país, explicou ao Negócios Café & existe "concorrência desleal".
"À medida que os consumidores não têm muita idéia do que é um bom azeite de oliva e por sua vez, alguns países europeus são muito famosos para este produto. A realidade é que o petróleo importado é de muito má qualidade e muitas vezes não têm controles adequados ", disse o produtor.
O objetivo de produtores Asolur proposto sindicalistas para este ano é aumentar o consumo doméstico em 20%. Para fazer isso, apostando mecanismos de controle que permitem aos consumidores para saber o que a qualidade real. Marigliani notado que existem dois controlos: um físico-química, que é técnica e outro tipo sensorial é feita por um painel de provadores. Graças a um acordo firmado entre Latu e da Escola de Química a partir de agora pode ser controlado de forma aleatória para colocar produtos importados em conformidade com análise relevante, tanto sensorial e química. "A idéia é lançar campanhas no público a ser transmitida, que é a qualidade dos óleos domésticos contra importados. Esses mecanismos de controle permitirá aumentar o consumo interno ", concluiu Marigliani. Siga a tendência
O setor de desenvolvimento também é marcada pela diversificação de produtos.
O azeite de oliva também duas empresas vão se envolver em produtos cosméticos desenvolvidos com base nessa cultura e seus derivados.
Salteños Olivares, empresa familiar dedicada à produção de azeite de oliva extra virgem, vai lançar uma linha de cosméticos que inclui rosto e cremes para o corpo. A marca é Dermoliva, e dentro da linha de creme para o rosto podem ser encontrados ao redor dos olhos, hidratante para peles secas e maduras revitalizantes.
Haverá também o leite de limpeza e tônico, todos à base de extractos de azeite.
A linha de corpo inclui gel de banho, creme de mãos e corpo.
Um dos diretores da empresa, Ana Maria Salas, Café & Negócios explicou que a idéia surgiu a partir da tendência mundial de usar azeite para a fabricação de cremes instalado, já que contém muitos antioxidantes que são benéficos para a pele . "Vimos que na Europa é algo que é amplamente utilizado e, portanto, decidiu comercializar um produto à base de óleo extra virgem de alta qualidade que tem propriedades para a pele", disse Salas. Embora ainda não havia um lançamento oficial da marca, os produtos podem ser vistos a partir de quarta-feira no Radisson Hotel, durante a Semana de Moda. Esta será a primeira linha de produtos de seu tipo no Uruguai, e apontam para um público feminino de nível médio para as suas taxas. Outra das empresas entrarão no mercado de cosméticos será De la Sierra, com a assinatura de um acordo com o Laboratório de Química Silex. Magiliari Darwin, diretor da empresa, também ressaltou que a idéia é usar os benefícios do azeite de oliva. "Estamos em fase de laboratório, nós lançar o produto ainda este ano. Nossas projeções são ainda crescente mercado externo ", disse ele.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Azeite produzido em Maria da Fé entra na disputa por um mercado dominado pelos importados

Cidade do sul de Minas Gerais comemora o aumento no volume de produção do óleo de oliva

por Carolina Daher | 27 de Março de 2013
Victor Schwaner/Odin

O funcionário da Epamig Milton Santos nas estufas onde são cultivadas as mudas de oliveira e o produto já engarrafado: 140 reais por litro

Foram os padres jesuítas que trouxeram as primeiras oliveiras para o Brasil, no século XVI. Plantadas bem ao lado das igrejas, elas garantiam a produção das folhas que, nas escrituras sagradas, simbolizam bênção divina, prosperidade e perseverança. No período colonial, alguns fazendeiros chegaram a cultivar a planta, mas a atividade acabou proibida pela Coroa Portuguesa para proteger os interesses dos patrícios. Importadores do tradicional azeite português trataram de espalhar a lenda de que o solo daqui era impróprio para boas olivas. Séculos depois, Maria da Fé, município de 15 000 habitantes a 467 quilômetros de Belo Horizonte, vem provando o contrário. Na cidade tida como a mais fria do estado - fica na Serra da Mantiqueira, a mais de 1 200 metros de altitude -, as oliveiras estão por toda parte. As árvores de folhas cinzentas deixaram de ser enfeites de jardins e praças há menos de uma década, quando fazendeiros resolveram apostar na produção de azeite. Foi de lá que nasceu, em 2008, o azeite extravirgem brasileiro, aquele que é extraído da primeira prensagem das azeitonas e apresenta no máximo 0,7% de acidez. Na época, a notícia correu o país, mas o volume da produção era bastante pequeno. Cinco anos se passaram e agora Maria da Fé começa a ter números expressivos. A expectativa é que seus 700 000 pés de oliva rendam 10 000 litros de azeite em 2013, um aumento de 212% em relação ao ano passado.

O novo ritmo de produção é resultado dos investimentos da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), entre eles a importação de uma máquina extratora da Itália, em 2009. O equipamento, com capacidade para processar 100 quilos de azeitona por hora, atende os cerca de trinta produtores da região. “Eles trazem sua colheita e nós entregamos o produto, já engarrafado e lacrado, em troca de 20% da produção”, explica Alessandro Gonçalves Vicente, gerente da fazenda experimental da Epamig. O movimento começou em janeiro, com o início da colheita, e se estenderá até abril, quando os frutos deverão atingir o nível máximo de maturação. Em todas as fazendas, trabalhadores extras, conhecidos como safristas, foram contratados para dar conta do recado. “Daqui para a frente, teremos produções cada vez maiores”, aposta o pesquisador Luiz Fernando de Oliveira da Silva. Segundo ele, as oliveiras atingem sua maturidade produtiva aos oito anos de idade, quando chegam a produzir 20 quilos de azeitona por safra. No caso das lavouras de Maria da Fé, isso ocorrerá em 2015. Além de contribuir para a extração do azeite, a estatal mineira de pesquisa agropecuária tem sido responsável pelo fornecimento de mudas para quem quer apostar nesse tipo de lavoura. Em três estufas, são produzidas 20 000 mudas por ano, disputadas não só pelos fazendeiros da região, mas também por investidores que pretendem levar a expertise mineira para outros estados. “Temos uma encomenda de Santa Catarina de 4 000 mudas”, orgulha-se Milton Santos, o funcionário que cuida das estufas.

O aumento do consumo de azeite entre os brasileiros fez crescer o interesse pelas lavouras da região. Até gente que nunca havia posto as mãos na terra, como o cardiologista Sérgio Ribeiro Fiore, resolveu investir em oliveiras. Fiore tem 2 000 pés, que lhe rendem mais de 1 500 quilos de azeitona. Com base em seus conhecimentos de medicina, ele garante que o azeite contribui para o bom funcionamento do sistema digestivo, para o controle da pressão arterial e para o combate à osteoporose. “Os brasileiros andam cada vez mais preocupados em comprar produtos saudáveis. Acho que vai haver uma explosão de consumo de azeite.” Outra novata no negócio é a psicóloga Silvia Marques, que hoje divide seu tempo entre o consultório na capital paulista e o sítio que herdou do pai, na região da Mantiqueira. Com 1 500 pés plantados em seu terreno, Sílvia resolveu comprar a própria máquina extratora. “Estou me profissionalizando para oferecer um produto de qualidade”, diz.

Victor Schwaner/Odin

O pesquisador Luiz Fernando de Oliveira junto à máquina extratora: experiência pioneira na fazenda da Epamig


Para conquistar um mercado dominado pelos azeites importados, os produtores de Maria da Fé apostam na qualidade. A estratégia é oferecer um azeite extravirgem com acidez ainda mais baixa que a média de 0,7% da concorrência. “Os que são fabricados no sul de Minas têm 0,4% de acidez, alguns chegaram a ter a metade disso”, afirma o biólogo Nilton Caetano de Oliveira, presidente da Associação dos Ovicultores dos Con­­trafortes da Mantiqueira (Assoolive). Em breve, os produtores esperam comemorar uma importante conquista: ter o registro de indicação geográfica e a denominação de origem reconhecidos pelo Ministério da Agricultura. “Será uma forma de atestar a genuinidade e a qualidade do azeite que estamos produzindo”, explica o presidente da Assoolive. O biólogo garante que o mercado já reconhece o produto mineiro como um artigo raro e caro - o litro custa 140 reais nas fazendas produtoras da região. Segundo ele, chefs de cozinha e donos de empórios gourmets são visitantes frequentes. Por ora, para adquirir o azeite é preciso ir até a Serra da Mantiqueira. Há quem invista em novos usos. Uma década atrás, as farmacêuticas Andréa Machado e Vânia Gonçalves inventaram um creme à base de óleo de oliva. “Por ter ácido oleico, é um hidratante poderoso para a pele”, diz Vânia. Elas criaram então a linha Maria Oliva, que hoje tem dez itens, entre eles o sabonete em barra e o hidratante corporal. Quem quiser experimentar o primeiro extravirgem nacional terá uma boa oportunidade nesta semana, entre quarta (27) e domingo (31), durante o III Festival Gas­­tronômico de Maria da Fé. Os visitantes poderão conhecer um pouco sobre cultivo de olivas, participar de workshops sobre degustação e, claro, provar o legítimo produto nacional. Acreditem ou não os portugueses, espanhóis, italianos e gregos, nós também sabemos fazer azeite. E dos bons. n

sexta-feira, 22 de março de 2013

Produção nacional de azeite de oliva é destaque no Radar

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Ricardo Wolffenbüttel
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS
Brasil é o terceiro maior consumidor mundial do produto
O programa Radar deste sábado, dia 23, que vai ao ar a partir das 20h no Canal Rural, mostra como foram desenvolvidas as cultivares de oliveiras brasileiras e como é extraído o azeite extra-virgem no país, que hoje é o terceiro maior consumidor mundial do produto.

Você vai ver que a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) produziu oito cultivares de oliveiras brasileiras, viabilizando a produção nacional do azeite de oliva. As plantas, que haviam sido domesticadas no Mediterrâneo, foram cruzadas e selecionadas, até a obtenção de linhagens adaptadas ao clima brasileiro.

Com as novas variedades, é possível obter um azeite de qualidade superior, com índices de acidez inferiores aos dos azeites extra-virgens produzidos na Europa. A baixa acidez qualifica o produto nacional como um dos melhores do mundo.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Alimentos leva a viver para o Brasil

Ser realizada em setembro de 2013 em São Paulo, vai ocupar 18.500 m2 e reunirá cerca de 300 expositores

 Olimerca -. No Salão Alimentos fará sua próxima chamada internacional no Brasil, após acordo com o organizador Alimentaria Exhibitions do país exposição principal, a Reed Exhibitions Alcantara Machado.
Especificamente, Food Brasil levará de 16 a 19 de setembro de 2013 em São Paulo Anhembi Parque. Ela é realizada em conjunto com a Equipotel São Paulo, a maior exposição de hospitalidade e gastronomia da América Latina, que se reúne anualmente para mais de 48 mil profissionais e cerca de 1.400 expositores.
Em sua primeira edição, Food Brasil, que espera ocupar 18.500 metros quadrados e reunir cerca de 300 expositores e 50.000 visitantes profissionais, com a colaboração dos principais organismos nacionais de profissionais do sector como bebidas Distribuidores Association (Adibe), Associação Brasileira Distribuidores de Catering (ABAD), Associação dos Bares e Restaurantes da Federação Brasileira de acomodação, entre outros.
Para o CEO da Alimentaria Exhibitions, J. Antoni Valls, "Brasil Food é mais um passo na sala está aberta a novos mercados e sua posição como um driver de comércio exterior da indústria de alimentos espanhol e muitos países".
Enquanto isso, de acordo com Marcelo Vital Gerente de Eventos da Reed Exhibitions Alcantara Machado, a coincidência de o novo Food São Paulo Brasil Equipotel "reforçar as sinergias entre os dois quartos e gerar valor acrescentado para os nossos expositores e visitantes."
Comida brasileira é inspirada no modelo de exposição Alimentos, estruturado em várias áreas temáticas para Multiprodutos-food especialidades como a cerveja-diversa Vinhateria-vinho-Interbebidas água, sucos, refrigerantes, e os espíritos-Interpesca-frutos do mar e Aquicultura-Congelexpo congelado produtos de carne, e carne-Intercarne, orgânico-orgânicos-alimentos, óleos vegetais Olivaria -, Interlacteos-laticínios derivados, e Mundidulce-doces, chocolates, bolos, etc -
"O Brasil é um destino prioritário e uma grande oportunidade para o investimento em espanhol agronegócio, juntamente com o turismo ea gastronomia, é um dos motores da nossa economia", disse Valls. As vendas da indústria de comida espanhola para o Brasil aumentaram 30% em 2011 em relação ao ano anterior, chegando a 107.000.000 €, de acordo com a Federação das Indústrias de Alimentos e Bebidas (IFLA).
A marca Alimentos tem "prestígio" na América Latina, explicou do concurso. Prova disso é que os países latino-americanos lideram o ranking de expositores internacionais e salão visitantes. Brasil Food Fair é o primeiro lançamento da Alimentaria Exhibitions depois de tomar Fira de Barcelona, ​​em dezembro passado, o controle da empresa para adquirir participação de 50% detida pela Reed Exhibitions.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Epamig apresenta tecnologias para processamento de azeite extravirgem

Tecnologias de processamento de azeite serão apresentadas durante dia de campo no próximo dia 21 de fevereiro, na Fazenda Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), em Maria da Fé, no Sul de Minas. Os participantes também conhecerão mais sobre tecnologias de produção de azeitona, noções de análise sensorial de azeite de oliva, cultivares de oliveiras, uso do azeite em cosméticos e extração de azeite extravirgem.

A Epamig pesquisa há mais de 30 anos a cultura da oliveira na região da Serra da Mantiqueira. Em 2008 realizou em Maria da Fé a primeira extração de azeite de oliva no Brasil, feita em máquina artesanal. Em 2009 adquiriu um extrator de azeite, importado da Itália, e o Núcleo Tecnológico Azeitona e Azeite passou a processar o óleo, em parceira com a Associação de Olivicultores dos Contrafortes da Mantiqueira (Assoolive). O produto obtido alcançou índices de acidez entre 0,2 e 0,7% e foi classificado como extravirgem, com a qualidade similar aos melhores azeites do mundo.

Segundo o coordenador do Núcleo Tecnológico Epamig Azeitona e Azeite, Luiz Fernando de Oliveira, 98% da produção de azeitona dos Contrafortes da Mantiqueira, região que abrange municípios de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, são processados na Epamig, em Maria da Fé. “A estimativa para 2013 é do processamento de cerca de 10 mil litros de azeite extravirgem, resultantes de uma produção regional de 80 mil toneladas de azeitonas”, calcula.

A inscrição para o dia de campo “Olivicultura – Tecnologias de processamento” custa R$ 30 e pode ser feita no local do evento. Mais informações: (35) 3662-1227 / femf@epamig.br

Selo de origem

Para garantir a genuinidade e a qualidade do azeite extravirgem produzido nos Contrafortes da Mantiqueira, a Epamig e a Assoolive deram início ao processo de registro de indicação geográfica e denominação de origem desse produto. Em dezembro de 2012 fiscais federais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) de Brasília e de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro participaram de visita técnica à Fazenda Experimental da Epamig. A mesma equipe estará presente nesse dia de campo. Eles conhecerão o processo de produção e extração com o objetivo de fundamentar o documento oficial do Mapa para ser expedido pela Coordenação de Indicações Geográficas (CIG), o registro da indicação geográfica, denominação de origem do azeite dos Contrafortes da Mantiqueira.

Segundo o chefe da Divisão de Propriedade Intelectual da Epamig, Marcelo Alves, caso obtido, este será o primeiro registro de origem de azeite de oliva no Brasil e na América Latina. “Esse registro garante e amplia o acesso a mercados internos e externos, além de viabilizar a organização da produção e a busca do lucro coletivo”, disse.

Cosméticos à base de azeite

Inspirada nos costumes gregos e egípcios do uso do óleo de oliva para produção de óleo para massagem e cosméticos - a farmácia de manipulação Farma Oliva, de Maria da Fé, desenvolveu uma linha de cosméticos à base de azeite de oliva extraído, na Fazenda Experimental da Epamig. Esse será um dos temas apresentados durante o dia de campo.

De acordo com as sócias Andréia Machado e Vânia Gonçalves, essa linha de cosméticos surgiu a partir de experimentos realizados desde o início da farmácia há 10 anos. “Antes usávamos óleo de oliva importado, mas, atualmente, usamos o azeite processado na EPAMIG”, conta Andréia. A linha apresenta produtos, como: sabonete hidratante, sabonete esfoliante, hidratante corporal, óleo trifásico, creme para os pés, xampu, condicionador. Segundo a farmacêutica Vânia, esses cosméticos são considerados biocompatíveis com a pele. “O azeite é muito compatível com a pele pelo fato de ter cerca de 80% de ácido oleico, além de oferecer vitaminas A, D, K e E”, explica.

Projeto Ciência Móvel

Recomendações para o preparo de azeitonas de mesa também será assunto apresentado durante estação de campo através do projeto “Ciência Móvel Epamig”, em que os participantes poderão conhecer técnicas para conservação da azeitona e degustar a azeitona de mesa e o azeite da Empresa. Criado com o objetivo de popularizar a ciência e as novas tecnologias na agropecuária, o ônibus itinerante “Ciência Móvel Epamig” traz um pequeno laboratório para demonstração das pesquisas e publicações técnicas desenvolvidas pela empresa.

Produtores de azeitona do sul de MG estão otimistas com a colheita


A colheita é feita entre os meses de janeiro e abril, dependendo da região e do amadurecimento das azeitonas. No sul de Minas Gerais, a colheita é toda manual.
Newton Kraemer Litwinski cultiva oliveiras orgânicas desde 2008. São 4500 plantas em uma área de 10 hectares em Delfim Moreira. Quatro variedades são cultivadas em uma altitude que varia de 1100 a 1400 metros.
Em Maria da Fé, a colheita também já começou. Na fazenda experimental da Epamig, a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, as oliveiras são maiores e é preciso utilizar até uma escada.
De acordo com a Associação dos Produtores de Oliveiras, a região sul de Minas tem hoje cerca de 70 produtores de azeitonas. A região tem sido favorável para a cultura, tanto que a expectativa é triplicar a produção do ano passado. Em 2012, 25 toneladas de azeitonas foram produzidas, já neste ano a previsão é de 80 toneladas.
Cerca de 95% da colheita são usados na produção de azeite, que neste ano deve chegar a 10 mil litros. O produtor tem recebido em média R$ 140 pelo litro do azeite.
Nilton Caetano de Oliveira, presidente da Associação dos Produtores de Oliveira, a Assoolive, fala sobre o mercado e a produção. Confira a entrevista no vídeo com a reportagem completa

O Verde Esmeralda, um Mercado de Luxo novas AOVE Estrangeiros


A esmeralda é apresentado em uma caixa tipo de caso com um cristal Swarovski friso, que é feito à mão em formato de luxo.
Olimerca -. Baseado nos princípios de artesanato antigo e admiração absoluta para o meio ambiente, em conjugação com o conhecimento atual e inovador no mundo do azeite, Samuel Lopez e Luis Miguel Martinez acaba de lançar no mercado espanhol o seu primeiro óleo azeite virgem extra, que tem tido o cuidado de a qualidade do produto e a sua imagem no exterior.

Nós estamos falando sobre o EVOO Esmeralda. Azeite de Oliva Extra Virgem de Picual caracterizado pela transmissão de um aroma de ervas frescas, tomate e alcachofra que lembram extensos olivais da bacia superior do Guadalquivir.

A apresentação única de Azeite Virgem Extra Luxo Edição Verde Esmeralda, está em uma garrafa cujas formas e proporções são idênticas às de uma esmeralda, Emerald Cut usando. A tampa é acompanhada por uma rolha de cortiça natural artesanal e tratamento de parafina látex para impermeabilização completo.

A esmeralda é apresentado em uma caixa tipo de caso com um cristal Swarovski friso, que é feito à mão em formato de luxo.

De acordo com seus criadores o primeiro óleo é destinado para a comercialização no exterior, em mercados onde o preço não é levado em conta, como no mercado interno.

O Codex Alimentarius campesterol fronteiras discutir e ácido linoleico em EVOO

A reunião não contou com a presença do COI por falta de fundos. Espanha e Itália enviou um representante para defender os interesses de azeite
Olimerca -. Em 28 de fevereiro, depois de quatro anos desde sua última reunião, os representantes dos países ao redor do mundo e da União Europeia se reunirão em Penang (Malásia) para tratar de questões, incluindo a eventual criação de novo limites de campesterol e ácido linoléico em azeite virgem e a autorização proposta de óleo de palma novo e de alta soja oleico.

No caso do debate vem campesterol patrocinado pela Austrália, Argentina, Estados Unidos e Nova Zelândia, que visam aumentar os limites atuais estabelecidos em 4 a 4,8. O campesterol é um parâmetro físico que identifica a presença de sementes oleaginosas na AOV. O COI tem desenvolvido nos últimos anos, estudos relacionados com esta questão e não é considerado limites apropriados chamando até 4,8.

Quanto aos limites de ácido linoléico, a proposta pela Austrália e Argentina para estudos posteriores já está há mais de três anos, e já teve a negativa do Codex em outra reunião. O Codex é já considerado exaustivos estudos realizados pelo COI.

Para além da importância das questões discutidas na reunião do Codex Alimentarius o que é surpreendente é que a maior autoridade mundial no azeite de oliva, o Conselho Oleícola Internacional, não vai estar presente nesta reunião ea causa não é é simplesmente a falta de liquidez do COI. Uma situação que veio porque em novembro passado, durante a celebração da última reunião foram aprovados os orçamentos para este ano. Esta situação deverá ser resolvida em breve, porque nesta linha de campanhas de cessação está promovendo o COI prevista para começar em dezembro no Brasil e, posteriormente, no Japão.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Professores profissionais são lagar de azeite espanhol no Uruguai

O prestígio dos nossos técnicos profissionais e limites cruzes trazer seu conhecimento para outros países
Olimerca -. Olivícola O uruguaio Association (Asolur) está preparando um curso de capacitação para professores de usinas a ser realizada 4-8 de Março, no Departamento de Colonia e você vai espanhóis especialistas profissionais têm os gostos de Marino Villasclaras Uceda e Sebastian Sanchez - a cultura da oliveira e especialistas em tecnologia de petróleo em colaboração com a professora Adriana Gambaro (Faculdade de Química-UDELAR) - Especialista caracterização sensorial.

Durante os cinco dias, os técnicos de moinhos podem aprender essas questões importantes no processo de extracção do azeite como factores agronómicos que determinam a qualidade da prévia interna e externa, a preparação da pasta, moendo e produzindo, a separação das fases sólida e líquida; clarificação de armazenagem de petróleo, e à preservação dos óleos; introdução para a avaliação sensorial de óleos, óleos de sabor, atributos e sua rastreabilidade.

Esse programa foi elaborado para cerca de 20 participantes no final do curso pode visitar empresas da área para aprender o processo directamente.