segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Azeites de Portugal presentes na Olivicultura 2014


fonte: http://innforest.com
Os melhores Azeites de Portugal, entre os quais se encontram diversos premiados no Concurso Nacional de Azeite Virgem Extra 2014 e no Concurso Internacional Mário Solinas 2014, estarão em discurso direto, e em degustação, na Feira Internacional de Negócios em Olivicultura 2014, Porto Alegre, Brasil.
Esta iniciativa, que terá lugar nos próximos dias 2 a 5 de setembro, representa a primeira grande ação dedicada em exclusivo aos setores olivícola e oleícola no Brasil, debatendo e promovendo o papel deste país enquanto potencial produtor e enquanto consagrado consumidor.
Portugal, através do programa “Compete”, promovido pela Confederação dos Agricultores de Portugal, e do programa “Promoção e Capacitação Institucional”, promovido pelo Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo, marcará presença de destaque, no sentido da afirmação como um doslíderes mundiais em qualidade, num certame que contará com o apoio institucional do Comité Oleícola Internacional, e com participações de Espanha, Turquia, Argentina, Uruguai, e Perú, entre outros países produtores.
A Feira Internacional de Negócios em Olivicultura constitui um relevante foco daquele que é o maior mercado de exportação nacional de azeite, e um dos mercados de maior potencial mundial, no produtoem que Portugal tem superado a excelência.
CAP e o CEPAAL, que congregam os produtores de azeite, marcam presença, levando consigo os produtores de algumas das marcas mais premiadas a nível nacional e global, nomeadamente, a Adega Cooperativa de Freixo de Espada à Cinta; a Casa Agrícola Roboredo Madeira; a Casa Anadia; a Casa de Santo Amaro; a Casa de Valpereiro; a Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos; a Cooperativa Agrícola de Vidigueira e a Prolagar.

PRODUTOS QUE FAÇAM REFERÊNCIA AO USO DE AZEITE TERÃO QUE INDICAR A PERCENTAGEM

Azeite
fonte: http://agrotec.pt
O azeite usufrui de uma merecida reputação como a melhor gordura alimentar, quer pelas suas propriedades organolépticas quer pelos seus benefícios para uma alimentação equilibrada. Virtudes que a indústria agroalimentar soube aproveitar para conseguir produtos cada vez mais saudáveis e atrativos para o consumidor. Assim, desde há uns anos, multiplicaram-se o número de alimentos que contêm na sua embalagem referências ao uso de azeite na sua composição, desde conservas até confeitaria, passando por pratos preparados, snacks, etc.
Precisamente pela boa imagem que o produto tem entre os consumidores, existe o risco de que essas menções se possam usar de forma inadequada. O consumidor poderá comprar um produto na crença de que este apenas usa azeite na sua composição, induzido por uma imagem de uma azeitona ou oliveira, e na realidade esse produto poderá apenas conter uma quantidade mínima de azeite relativamente a outras gorduras.
Por esta razão, a União Europeia regulou de forma restrita qualquer menção ao uso de azeite na etiquetagem dos alimentos. O Regulamento 29/2012 estabelece que quando a etiqueta de um alimento mencione a presença de azeite na sua composição, fora da lista de ingredientes, através de palavras, imagens ou representações gráficas, terá que indicar obrigatoriamente a percentagem de azeite com relação ao peso neto total do alimento.
O regulamento contempla também a possibilidade da referência à percentagem de azeite tome como indicador o peso total das matérias gordas presentes nesse alimento, com a menção “percentagem de matérias gordas”.
No caso das conservas de pescado (atum, sardinhas, cavala…) que levem a designação “em azeite”, não é necessário indicar a percentagem de matéria gorda já que se exclui à partida qualquer tipo de mistura de gorduras.

Porto Alegre receberá concurso internacional de azeites de oliva

fonte: http://www.cenariomt.com.br
Um dos pontos altos da primeira Feira Internacional de Negócios em Olivicultura (Finooliva 2014), que ocorre de 2 a 5 de setembro no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), será o Concsurso Internacional de Azeites. O objetivo é que os produtores exponham seus produtos para abrir espaço para um maior incremento no comércio de azeites de alto valor agregado, com preços diretamente proporcionais a essa qualidade.
A organização do concurso está a cargo do Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (Cepaal), entidade portuguesa co-promotora da feira juntamente com a Associação Rio-Grandense de Olivicultores (Argos). Segundo o diretor técnico do Cepaal, Henrique Herculano, o concurso se constitui em uma das iniciativas centrais do evento, na medida em que foca as atenções do público e dos profissionais no elemento essencial da olivicultura. "Esta competição irá juntar dezenas de azeites de várias origens, de Brasil a Portugal, passando por Peru, Chile, Argentina, Espanha e Turquia&
Um dos pontos altos da primeira Feira Internacional de Negócios em Olivicultura (Finooliva 2014), que ocorre de 2 a 5 de setembro no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), será o Concsurso Internacional de Azeites. O objetivo é que os produtores exponham seus produtos para abrir espaço para um maior incremento no comércio de azeites de alto valor agregado, com preços diretamente proporcionais a essa qualidade.
A organização do concurso está a cargo do Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (Cepaal), entidade portuguesa co-promotora da feira juntamente com a Associação Rio-Grandense de Olivicultores (Argos). Segundo o diretor técnico do Cepaal, Henrique Herculano, o concurso se constitui em uma das iniciativas centrais do evento, na medida em que foca as atenções do público e dos profissionais no elemento essencial da olivicultura. "Esta competição irá juntar dezenas de azeites de várias origens, de Brasil a Portugal, passando por Peru, Chile, Argentina, Espanha e Turquia", salienta.

Herculano observa que os atributos exigidos para um azeite premiado passam por sensações intensas de azeitona fresca, verde ou madura, e de outros frutos, como maçã ou banana, e pelo equilíbrio entre os atributos de doce, amargo e picante, e as sensações de frutado. "Igualmente importante é o número de atributos presentes e a forma como estes de conjugam. Em suma, esta iniciativa visa distinguir azeites que se podem considerar verdadeiras preciosidades ao nível sensorial e gastronômico, e de distingui-los aos olhos do setor e, mais importante ainda, aos olhos do consumidor", explica.

Para o público geral, será oferecida a possibilidade de provar, avaliar, conhecer e tirar suas conclusões sobre todos os azeites e azeitonas que irão participar da feira, em uma interação produtores, produtos e consumidores. Informações podem ser obtidas no sitewww.fino2014.com.br.

Hotel Casa da Montanha lança azeite extravirgem

fonte: http://surgiu.com.br
Saborear a gastronomia do Restaurante La Caceria e dos hotéis do Grupo Casa da Montanha é uma experiência única e inesquecível. Pensando nisso, a rede lança, em parceria inédita com a agroindústria Olivas do Sul, o azeite de oliva extra virgem Casa da Montanha. Com aroma exclusivo, agora já é possível levar para casa o delicioso e inigualável sabor de uma das melhores cozinhas da Serra Gaúcha.

Em garrafas de 500 ml, o produto é feito com oliveiras provenientes de mudas espanholas. Com 0,2% de acidez, o azeite extra virgem possui uma cor esverdeada com reflexos amarelos. O gosto é de intensidade leve, pouco amargo e pouco picante. Já o aroma é típico da variedade Arbequina, isto é, um cheiro herbácio que nos remete a uma vegetação fresca recém talhada. “Procurávamos um azeite que desse o toque final em nossas receitas, um sabor especial, com o jeito Casa da Montanha, e o encontramos na parceria com a Olivas do Sul”, afirma Rafael Peccin, diretor de marketing do Grupo. As garrafas serão vendidas exclusivamente no Restaurante La Caceria, Hotel Casa da Montanha e Petit Casa da Montanha, em Gramado, e no Parador Casa da Montanha, em Cambará do Sul.

O azeite de oliva extra virgem Casa da Montanha será produzido pela Agroindústria Olivas do Sul, em Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul. As azeitonas colhidas manualmente resultam em um excelente azeite extra virgem, obtido através de um processo unicamente mecânico e a frio. A olivicultura implantada nesta região obteve excepcional adaptação ao solo e clima gaúcho resultando em um produto com características únicas e especiais, com compostos bioativos que conferem uma grande capacidade antioxidante. A empresa gaúcha, que hoje possui 25 hectares produtivos, é a primeira a produzir azeite extra virgem no Brasil.


Benefícios do Extra virgem

O consumo diário de azeite de oliva extra virgem promove inúmeros efeitos benéficos à saúde humana, devido ao alto conteúdo de substâncias antioxidantes biologicamente importantes. Seus principais benefícios são a proteção contra doenças cardiovasculares, hipertensão, reumatismo, Mal de Parkinson e Mal de Alzheimer, melhora a digestão, a memória e a longevidade, é fonte de ferro e de vitaminas E e A.

Espanha pede a Bruxelas que inclua azeite nos alimentos distribuídos nas escolas

fonte: http://www.vidarural.pt/
O Ministro da Agricultura, Alimentação e Meio Ambiente de Espanha, Miguel Arias Cañete, pediu à Comissão Europeia que inclua azeite e azeitonas de mesa no programa europeu de oferta gratuita de frutas e legumes nas escolas.
Na proposta inicial do programa, o comissário de Agricultura da Comissão Europeia, Dacian Ciolos, deu aos Estados-membros a possibilidade do azeite ser um dos produtos contemplados nas campanhas educativas para promover uma alimentação saudável, cujo público-alvo são as crianças, mas não alocou fundos específicos para a sua distribuição nas escolas europeias.
“Junto dos produtos tradicionais, como as frutas, legumes e leite, também se deve incluir azeite e azeitonas de mesa”, defendeu Arias Cañete. “Tanto o azeite como as azeitonas são elementos chave da dieta mediterrânica, pelo que devem estar presentes neste tipo de programas, não só numa vertente informativa, mas também ao nível da distribuição”, concluiu.
Os programas de distribuição de frutas e legumes e de leite nas escolas contemplam este ano 150 milhões de euros e 80 milhões de euros, respetivamente, e têm como objetivo consciencializar os mais pequenos para a importância de uma dieta saudável e equilibrada. Este ano, Bruxelas decidiu dar aos Estados-membros a possibilidade de transferirem parte dos fundos de um programa para o outro, consoante as necessidades dos países.

Brasil tem potencial para se tornar autossuficiente em azeite de oliva

fonte: http://www.agrolink.com.br
Com um mercado ainda tímido na produção, a olivicultura ainda tem espaço para crescer, mas é necessário um trabalho de políticas de incentivo e mais jornadas técnicas para fomentar o cultivo no país. Como um dos grandes consumidores de azeite de oliva, com 80 mil toneladas ano, e de azeitonas de mesa, com consumo de cerca de 100 mil toneladas por ano, conforme dados do Conselho Internacional da Olivicultura, os brasileiros são totalmente dependentes da importação, especialmente da Europa.

Para o presidente da Associação Rio Grandense dos Olivicultores (Argos), Guajará Oliveira, os dados relativos ao setor que já foram divulgados por diversas instituições não batem com a realidade da cultura no país. A produção nacional não chega a 1% do consumo nacional, de acordo com o dirigente. "Com base no total de área plantada que não passa de mil hectares, sendo que muitas delas tem menos de quatro anos, o que dificulta qualquer projeção de produção porque a maioria não produz ainda, até agora o cenário atual é apenas exemplificativo e não referencial", salienta.

Um dos objetivos da primeira Feira Internacional de Negócios em Olivicultura (Finooliva 2014), que será realizada entre os dias 2 e 5 de setembro no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs), em Porto Alegre, na qual a Argos, juntamente com o Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo, de Portugal, é o de dar suporte e respaldo às iniciativas presentes e futuras no segmento da olivicultura brasileira. "Será um importante instrumento exemplificativo do que necessitamos fazer para desenvolver toda a cadeia da olivicultura. É importante mostrar o nosso país como  um futuro potencial de investimentos nesse segmento", reforça Oliveira, que também é presidente da Finooliva 2014.

O presidente da Argos avalia que para se chegar ao ponto de atender a demanda do mercado nacional, são necessários implantar mais de 100 mil hectares da cultura. "O mercado consumidor no Brasil necessita de muita produção para ser atendido. Isso é um fato. O potencial de retorno a um investimento em um setor que tem tudo para ser desenvolvido é fantástico e importante, seguro e lucrativo desde que se organize as coisa bem e se trabalhe para atender esse mercado com qualidade", projeta.

AZEITE CASA ANADIA COM CAMPANHA PARA APADRINHAR OLIVEIRAS CENTENÁRIA​S

Azeite Casa Anadia fonte: http://local.pt
ABRANTES – O azeite Casa Anadia iniciou uma campanha que possibilita ao público consumidor ser padrinho ou madrinha de uma oliveira centenária.
O passatempo decorre até 31 de Agosto. Basta preencher o destacável e a ficha de inscrição presentes em cada garrafa e enviar, com a prova de compra, para a morada da empresa produtora.
Os nomes mais criativos de apadrinhamento ficarão selados nas oliveiras centenárias da Quinta do Bom Sucesso, em Alferrarede. Ganhando cada padrinho ou madrinha duas garrafas de azeite da próxima colheita.
Além de dar a conhecer a sua quinta, o Azeite Casa Anadia promoverá um evento de apadrinhamento onde cada consumidor ficará a conhecer a sua oliveira centenária.
Mais informações e regulamento em www.casaanadia.pt
O Azeite Casa Anadia está disponível nas grandes superfícies do Continente e do Grupo Auchan.
O azeite Casa Anadia é herdeiro e continuador de uma antiga tradição que remonta pelo menos ao séc. XVII, época da construção do antigo Solar com capela, hoje integrado na Quinta do Bom Sucesso, em Alferrarede (Abrantes). Os azeites Casa Anadia são oriundos de uma das famílias mais antigas a nível mundial ligadas a produção de azeite.
Marcados pelo clima local, perfeito para a produção de azeites de alta qualidade, os azeites Casa Anadia, utilizam os melhores processo de produção, aliados á experiência centenária, para lhe trazer os melhores e mais nobres azeites virgem extra, frescos, frutados e com uma acidez muito baixa.

Azeite bate recordes de produção dos últimos 50 anos

fonte: http://boasnoticias.pt
A produção de azeite em território português bateu, em 2013, o recorde dos últimos 50 anos, atingindo-se quase um milhão  de hectolitros (999,9 mil) produzidos. Os números foram revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e mostram que, no ano passado, a atividade agrícola ficou marcada por aumentos de produção das principais culturas agrícolas e por decréscimos da produção animal.

"Globalmente, as produções das culturas agrícolas aumentaram [em 2013] face a 2011/2012, ano agrícola penalizado pelas condições de seca extrema que atingiram todas as regiões do Continente", afirma o INE a respeito das conclusões da publicação "Estatísticas Agrícolas 2013" dada a conhecer esta semana.

Segundo o instituto, "o ano agrícola 2012/2013 (Novembro de 2012 a Outubro de 2013) caraterizou-se por um inverno com valores de temperatura e precipitação próximos do normal, marcado pela ocorrência de alguns fenómenos extremos".

O azeite foi a grande "estrela" da agricultura portuguesa no ano passado, com a produção a atingir os níveis mais elevados desde há cinco décadas. Este produto português tão aclamado internacionalmente foi ainda um dos que mais contribuiu para o aumento do índice de produção dos bens agrícolas (+25,5%), informa o INE.

AZEITE EXTRAVIRGEM, SÓ QUE NÃO!

Azeites Reprovados
fonte:http://www.cacaunoticias.com

De interesse público: em teste recente feito pela Protesteapenas 8 foram legitimamente consideradas honestas com o consumidor,7 foram reprovadas e 4 não podem nem chegar a ser consideradas azeite. A marca de azeite extra virgem que você costuma comprar pagando mais caro está te enganando
Esta pesquisa recente de fraude contra o consumidor revelou que grande parte dos azeites mais comuns no dia a dia dos brasileiros que são vendidas como extra virgens, são, na verdade, apenas virgens.
Para ser considerado extra virgem, o azeite tem que conter no máximo 0,8% de acidez enquanto que o limite do virgem é de 2%. Passando desta porcentagem de acidez, é azeite comum ou nem isso.
Este é o quarto teste feito pela Proteste com pior resultado e maior fraude contra o consumidor. A Associação, que tem como objetivo atuar na defesa e no fortalecimento dos direitos dos consumidores brasileiros, verificou se havia adulteração nos produtos.
Com uma análise sensorial feita em laboratório reconhecido pelo Conselho Oleico Internacional (COI), os azeites foram avaliados quanto ao aroma, à textura e ao sabor.  Segundo a legislação, nos azeites extra virgens não podem ser encontrados defeitos na análise sensorial nem a adição de outros óleos.

Nos quatro azeites que foram detectados fraudes, havia mistura de óleos refinados com adição de outros óleos e gorduras. São eles: Figueira da Foz, Tradição, Quinta d´Aldeia e Vila Real.
Nos outros 15 azeites extra virgens testados, uma surpresa quando revelados os que são realmente extra virgens e os que são apenas virgens. As sete marcas que estão nos enganando pelo rótulo e tem qualidade inferior às exigidas são: Carbonell, Galo, Borges, La Espanhola, Serrata, Beirão e Pramesa.
E para lembrar aquele lance de “não julgar o livro pela capa”, as 8 marcas realmente sinceras com o consumidor são: Carrefour, Qualitá, La Violetera, Vila Flor, Andorinha, Cardeal, Cocinero e Olivas do Sul.
Visto que a grande atratividade dos azeites extra virgens são suas propriedades antioxidantes e benéficas à saúde, estas fraudes são um abuso, falta de respeito e deveriam ser consideradas crimes.

Itália: importações de azeite crescem 34,4%

azeite
fonte:
Entre Janeiro e Abril, as importações de azeite em Itália cresceram 34,4%, traduzindo-se num total de 226 857 toneladas. Sendo Espanha o principal fornecedor de azeite do mercado italiano, segundo dados divulgados pelo instituto italiano Ismea.
No que concerna às exportações, as vendas de azeite italiano para o exterior cresceram cerca de 8% em volume na categoria “Virgem Extra”, que representa 15% do total de exportações de azeite. A segunda categoria mais exportada foi a “Virgem”, com um incremento de volume exportado na ordem dos 7%.
Os principais destinos das exportações italianas de azeite continuam a ser os Estados Unidos da América, o Canadá e a França. Por sua vez, o mercado chinês, comprou menos azeite italiano durante os primeiros quatro meses deste ano.