No caso do debate vem campesterol patrocinado pela Austrália, Argentina, Estados Unidos e Nova Zelândia, que visam aumentar os limites atuais estabelecidos em 4 a 4,8. O campesterol é um parâmetro físico que identifica a presença de sementes oleaginosas na AOV. O COI tem desenvolvido nos últimos anos, estudos relacionados com esta questão e não é considerado limites apropriados chamando até 4,8.
Quanto aos limites de ácido linoléico, a proposta pela Austrália e Argentina para estudos posteriores já está há mais de três anos, e já teve a negativa do Codex em outra reunião. O Codex é já considerado exaustivos estudos realizados pelo COI.
Para além da importância das questões discutidas na reunião do Codex Alimentarius o que é surpreendente é que a maior autoridade mundial no azeite de oliva, o Conselho Oleícola Internacional, não vai estar presente nesta reunião ea causa não é é simplesmente a falta de liquidez do COI. Uma situação que veio porque em novembro passado, durante a celebração da última reunião foram aprovados os orçamentos para este ano. Esta situação deverá ser resolvida em breve, porque nesta linha de campanhas de cessação está promovendo o COI prevista para começar em dezembro no Brasil e, posteriormente, no Japão.
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